sexta-feira, 25 de junho de 2010

Aniversário do Pastor Gilberto


Queridos,

Ontem no aniversário do Pastor Gilberto fiquei muito impactada, e quero aproveitar para compartilhar com vocês...
Primeiro fiquei com o coração cheio e grato por fazer parte de um grupo de pessoas tão especiais. Senti um amor muito grande ontem na casa da Patrícia e do Edu (que fizeram muita falta!). Entendi que o amor que Deus coloca em nossos corações pela vida das pessoas é instantâneo, não precisa de tempo de amadurecimento. É claro que o amor precisa ser cuidado, e isso me leva à segunda questão que temos conversado e eu fiquei pensando: o desafio de viver o evangelho.

Conectando a fala do Pastor Gilberto relativa à sua inquietude de ainda estar fazendo pouco, com a palavra que ele (juntamente com o Masmorra) ministrou na célula de segunda-feira, fiquei pensativa sobre os desafios de viver cada vez mais intensamente esse evangelho.

A palavra que a Pastora Kellen ofertou na "terça das mulheres" me fez lembrar que logo que eu comecei a namorar o Pedro ele me deu um livro que se chama "Em seus passos o que faria Jesus?". O título do livro me tocou muito mais do que o livro em si, pois a maior parte do meu tempo, quando eu não sei o que fazer, eu me lembro desse título e reflito com mais sabedoria acerca das questões a serem resolvidas. O grande problema é que eu faço isso "a maior parte do tempo", mas e na outra parte, como eu procedo?
Hoje sou convertida, tenho o coração grato, transbordante. Por isso não posso mais aceitar muitas das atitudes que já tive, e que às vezes me vejo praticando em minha vida. Não posso deixar de viver o evangelho, pois isso seria demonstrar ingratidão e destemor com a palavra de Deus. Para mim seria até mais do que isso: não viver o evangelho intensamente seria duvidar de Deus. Por que se acreditamos que o Senhor tudo sabe e tudo vê, como podemos mentir, trair, dizer não a um mais necessitado, não compartilhar? Fiquei pensando: se o Senhor estivesse em carne viva conosco por um dia, ao nosso lado, nossas ações seriam as mesmas que temos hoje? Agiríamos naturalmente ou teríamos que nos esforçar para abandonar velhos hábitos? Olharíamos para a mulher do próximo, falaríamos mal do irmão, desejaríamos algo que não é nosso, negaríamos pão para o faminto? Como agiríamos? Temos agido como pessoas que sabem da existência de Deus e por isso buscamos alegrar seu coração, ou temos agido como hipócritas, pessoas que enchem a boca para falar da existência do Senhor Cristo Jesus, mas que no fundo tem um coração cheio de dúvidas e ingratidão?

Como anda seu coração??

Na psicologia estudamos que os nossos pensamentos geram nossas ações. Na palavra de Deus aprendemos que nossas palavras são fruto do nosso coração. Juntando tudo isso entendo que os pensamentos que cultivamos florescem em nossos corações, que são externalizados por meio de palavras ou atitudes. Dessa forma, cuidar dos nossos pensamentos é primordial para espalhar palavras de bondade e misericórdia, e sermos espelho para nossos irmãos em atitude.

Devemos nos aprimorar no Amor Daquele que nos salvou, para não sermos julgados como hipócritas: aquele que prega a palavra, mas não a pratica. Por isso meus queridos amigos, entendo que Deus nos coloca um amor tão grande em nossos corações pela vida uns dos outros para que possamos ser luz entre nós, para que possamos ver o testemunho de vida, de tropeços e vitórias na vida uns dos outros e assim possamos crescer na Sua misericórdia. Para que escutemos o desassossego do nosso pastor e possamos dizer à ele: "Não desanime, estou do seu lado. Faremos juntos o que deve ser feito". Para que acompanhemos nossa pastora, admirando-a cada vez mais como uma mulher de Deus, uma mulher virtuosa e forte, mas que também tenhamos sensibilidade de perceber suas fragilidades e saibamos aproveitar o privilégio de poder dizer a ela "Sê forte. Compartilhe comigo os desafios, estou aqui, quero te ajudar, essa luta também é minha!".
Deus nos coloca tanto amor no coração para que possamos andar juntos, perdoar, aprender, exortar. Minhas orações são para que cada dia mais nós possamos exercitar esse caminhar, esse amor, e que nós possamos cumprir os propósitos que Deus tem para nossas vidas, como irmãos.
Obrigada por serem irmãos e por me ensinarem desse amor do nosso Deus.
Que o final de semana seja ótimo, e cheio de renovo!
Ludoana.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Qual a razão de nosso sofrimento? (2Co 12)



O texto ministrado hoje é uma carta de Paulo aos Coríntios.

Paulo diz no versículo 2-4: "Conheço um homem em Cristo que, há catorze anos, foi arrebatado até o terceiro céu (se no corpo ou fora do corpo, não sei, Deus o sabe) e sei que tal homem (se no corpo ou fora do corpo, não sei, Deus o sabe) foi arrebatado ao paraíso e ouviu palavras inefáveis, as quais não é lícito ao homem referir". Paulo estava falando dele mesmo, que teve uma visão tão clara de Jesus, que ele mesmo não sabe explicar se ele saiu do corpo ou se o corpo saiu dele, mas ele foi arrebatado ao paraíso. É o mesmo que ocorreu a João, quando foi arrebatado ao Apocalipse. O terceiro céu é a terceira dimensão, em espírito.
Paulo relata ainda que ouviu tantas coisas em termos de revelação que ele mesmo não estava dando conta de digerir. Foi tão usado por Deus em termos de revelação, que o próprio Deus mandou que um anjo, um espinho, um enviado de Satanás, ficasse sempre ao lado dele, o perturbando ("E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte"). Esse espinho na carne alguns acham que era uma doença que Paulo não deu conta de curar. Essa doença o deixava tão fraco que ele pediu para Deus curá-lo, e Deus disse: "A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza", para que ele ficasse sempre em uma condição humilde, para que ele não se exaltasse. Só as vestes de Paulo curava as pessoas, mas Jesus não permitia ele fosse curado para que ele se lembrasse que ele era imperfeito, que ele tinha as lutas dele, que ele que não é maior que Deus.

O que Paulo aponta, em relação à vida do ser humano, é que quando não temos problemas tendemos a ficar soberbos. Paulo conclui que o ser humano que não tem problemas é orgulhoso, auto-suficiente.

Vamos refletir: O que te levou a buscar a Deus? Problema! Alguns foram por que estavam quebrados financeiramente, outros por que estavam enfermos, ou por que tinham um pai alcoólatra..uma série de razões que nos arremeteram à humilhação e ao sofrimento....Contudo, a gente se quebrantou. Temos que entender que é na condição de passar por problemas que Deus nos permite que nos tornemos nova criatura. Até o filho, Cristo, passou por provações para ser aperfeiçoado.

Esse texto para ser compreendido deve ser lido em contexto com as cartas escritas anteriormente por Paulo aos Coríntios. Nessas cartas Paulo exorta a igreja de Coríntios (igreja com muitos dons, mas perturbada. Onde o filho do pai transava com a madrasta). Paulo falava que não poderiam consentir com essa imoralidade. O povo então o desqualifica e ele não é conhecido como Paulo apóstolo. Por isso ele começa a fazer uma defesa própria, dizendo que existem falsos e verdadeiros apóstolos e que ele poderia se gloriar nos seus feitos, nas suas virtudes, mas que ainda, ele já sofreu muito por esse evangelho e, contudo, teve tanta revelação de Deus mas não vai repartí-la para que eles não o achem soberbo. Diz que ainda tendo todas essas revelações é humilde. Coloca ainda que se eles (o povo) acham que as cartas são duras ele será muito mais duro quando estiver presente.

Vamos falar do evangelho que está sendo proposto no mundo atual, qual é este evangelho? É o evangelho que diz que você é filho de Deus e tem condições de ser rico, de ter uma casa nova, de ser curado em sua enfermidade, o que falta é fé. É sempre uma pregação em termos de conquista por sermos filhos de Deus. Isso na verdade é um evangelho deturpado. O que Paulo fala é que ninguém apresentou o evangelho que ele esta apresentando. Quem anda com Cristo sofre, mas quando for humilhado dá a outra face. O que é hoje pregado é que o filho de Deus não pode sofrer humilhação, pois afinal de contas você é o filho de Deus e você deve reivindicar os seus direitos. A bíblia diz que deveríamos pagar o preço do nosso prejuízo. Alguém hoje sofre o prejuízo calado? Não. Então Paulo fala que ninguém está vivendo o evangelho. Se alguém te der um cheque sem fundo você deve deixar isso de lado e crer que Deus vai te abençoar. Andar com Cristo de fato não é fácil. Perdoar quem te ofende, quem te magoa, dar água para o seu inimigo, dar pão para seu inimigo, não é fácil.

Viver o evangelho não é fácil, mas a palavra é essa: temos que viver esse evangelho.
A bíblia diz: dá a quem te pede, não negue nada a quem te pedir. Se alguém te pedir uma quantia de dinheiro e você tiver não pode negar tal quantia para esta pessoa. E se ela não tiver condições de pagar você não deve cobrar. Você empresta na condição de dar. Agora se você não tem, não tem. Dê naquilo que tem. Isso é viver o evangelho. O que a bíblia ensina é isso, que nós deveríamos ter um coração de repartir. Muitas pessoas têm dinheiro, vêem a condição humilde do irmão e não se disponibiliza a dar um botijão de gás. E muitas pessoas pobres têm o coração liberado para dar o que tem. O pobre vive de fé, e o rico vive de sua conta bancária. Temos perdido como igreja o privilégio a ajudar o menos favorecido.

Tem um ditado popular que diz que o que "o que os olhos não vêem o coração não sente". Choramos, murmuramos, achamos ruim, mas olhamos para o nosso próprio umbigo. De vez em quando deveríamos visitar alguém que não tem nada, para entendermos o evangelho.
O quanto Deus já nos perdoou e ainda ficamos guardando mágoas uns dos outros. Estamos longe de viver um evangelho de dar, de repartir. Isso é uma exortação para todos nós, para nossa vida.
No início dessa carta Paulo começa a ficar nervoso por que o povo se divide, falando alguns que são de Paulo, alguns de Apolo, outros de Cefas e outros de Cristo (1Co 1: 10). O nosso problema é a comparação, e nos comparamos com o maior. Por que se o outro possui mais bens, está financeiramente melhor, já nos comparamos. Quem é muito pobre desprezamos, e temos raiva de quem tem muito.

Que em suas orações você não questione a Deus. Por mais que Paulo foi usado por Deus, Paulo começou a murmurar para que Deus tirasse o seu espinho, como se Deus não tivesse o ouvindo. Que nós tenhamos um coração sempre grato em Deus e assim possamos viver esse evangelho.

Palavra ministrada na Célula de Convivência do dia 22-06-2010 por Paulo Henrique (Masmorra) e Gilberto Marquez.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Seu relacionamento com Deus é baseado em insegurança ou em confiança?


Queridos,

Não deixe de ter um tempo com o Senhor a respeito dessa palavra. Reflita sobre o seu relacionamento com nosso Senhor Cristo Jesus para que seus demais relacionamentos possam ser transformados. Desejo que a sua semana seja de quebra de barreiras e vitórias. Que você tenha uma vida de transformação e recomeço!


Deus não precisa dar sinais para nós. Os sinais são para os incrédulos. À medida que vivemos nossa vida apenas segundo os sinais isso só mostra nossa infantilidade e imaturidade diante de Deus, na qual precisamos de confirmações de que Deus cuida de nossa vida. Ainda que Deus não te desse nenhum sinal, Deus já te deu todas as coisas. Não há outras coisas a serem feitas, não há outro filho a ser sacrificado, nem outro sangue a ser derramado. Deus tem falado com você, à medida que Ele derrama misericórida em sua vida.

Necessitar de sinais de Deus mostra nossa falta de relacionamento com Ele. Quando pedimos provas isso quer dizer que temos dúvidas. Nos relacionamentos de namorados existem cobranças no início quando não é falado que se amam. Isso ocorre por que esta ainda é uma relação insegura. Quando nossa relação é de confiança e certeza eu já não preciso mais pedir para que o outro fale que me ama. Pois através das minhas ações, meu comportamento, o outro veria em mim que eu o amo. Muitas vezes dizemos que amamos mas tratamos nosso cônjuge de forma contrária, o que revela só nossa insegurança e não nosso compromisso. Que você revele seu compromisso ao falar que ama, mesmo quando as circunstâncias forem contrárias que você não duvide de Deus na sua vida.

Temos crise com Deus em nossas relações por que elas não representam nossas convicções, mas sim nossas dúvidas e inseguranças. E quando achamos que Deus não responde ficamos magoados.

DEUS NOS RESPONDE DE TAL FORMA QUE AS MISERICÓRDIAS DELE QUE SE RENOVAM EM NOSSAS VIDAS SÃO MOTIVOS DE ACORDAMOS TODOS OS DIAS.

Nossas relações fragilizadas com Deus são fragilizadas também uns com os outros. Quando alguém erra conosco, ao invés de eu olhar para ela como uma irmã, perceber que foi um lapso e que eu amo a vida dela eu a julgo, cito todos os seus defeitos. Só pensamos na suspeita negativa, nunca pensamos na suspeita positiva. Por isso, tudo o que acontece em nossas relações nos deixa magoados. Se partirmos da premissa que tudo o que meu irmão diz para mim é para o meu bem, por que eu me ofendo? Eu deveria acreditar que minha esposa, tudo o que ela diz, é para minha edificação, por que ela me ama, quer meu bem, mesmo quando me critica ou diz coisas que eu não quero ouvir. Mas ao invés disso lançamos sentimentos de competitividade e tudo o que ela diz me ofende e eu preciso confrontá-la para não levar desaforos.

No Velho Testamento temos o Livro de Ester, que quase não passou no crivo das Igrejas para fazer parte da bíblia. Isso por que este é um livro no qual em nenhum capítulo ou versículo se cita Deus como falante, tal como "O Senhor disse". Por isso, este é um livro peculiar, POR QUE DEUS NÃO FALA, MAS OPERA SUA VONTADE TODO O TEMPO. Deus não precisa falar, dar sinais, mas Ele está operando em você. No livro de Ester conta-se que o Rei da Síria estava dando um banquete. Esse rei possuía 127 províncias. "Ao sétimo dia, estando já o coração do rei alegre do vinho, mandou Meumã, Bizta, Harbona, Bigtá, Abagta, Zetar e Carcas, os sete eununcos que serviam na presença do rei Assuero, que introduzissem à presença do rei a rainha Vasti, com a coroa real, para mostrar aos povos e aos príncipes a formosura dela, pois era em extremamente formosa" (Et 1:10-11). Porém a rainha se recusou a ir e por isso o Rei mandou destituí-la de Rainha e quis escolher dentre várias virgens uma que fosse sua Rainha. Deus escolheu Ester, uma judia, para ser Rainha. Em determinado tempo de seu reinado, um servo do Rei chamado Hamã, tentou matar todos os judeus. Quando a Rainha ficou sabendo disso, ela não sabia o que fazer. O homem que a criou, Mordecai, disse para que ela visitasse o Rei e dissesse à ele que ela era judia, e que ele não poderia matar os judeus por que ele estaria cometendo pecado. A Rainha disse que não poderia invadir a privacidade do Rei, senão ela poderia ser morta. Mordecai então diz à Ester que foi para isso que Deus a levantou como Rainha, para que no momento oportuno ela pudesse salvar o seu povo. Ester então foi ao encontro do Rei e ele não a mandou matá-la. Ela foi usada para salvar toda uma geração. Em momento algum Deus disse alguma coisa. Mordecai ainda disse que se não fosse ela o livramento viria de outro lugar.

Deus usa quando, como e quem Ele quer. O quando, o como e o quem pertence à Ele.
Deus não precisa falar o quanto Ele te ama e o quanto Ele tem operado em sua vida. Os problemas que você está enfrentando em sua vida são para te curar, te amadurecer, fazer com que você seja uma pessoa melhor. Deus só coloca Ester para ser Rainha para salvar seu povo. Ela tinha um propósito.

Você tem cumprido de forma eficaz os seus ministérios? O vigor que Deus te deu, onde está? Os dons que Deus te deu, onde estão? Faça as contas e você verá o quanto você é uma pessoa abençoada. Lutas e dificuldades todos terão, e talvez apenas com elas você permanece ao lado de Deus. Muito mais pode ser feito através de sua vida, com você e por você. Ainda não repartimos o suficiente, não demos o suficiente do que já recebemos em Cristo Jesus.

Palavra ministrada pelo Pastor Gilberto na Igreja Sal da Terra Vigilato - 20/06/2010

quinta-feira, 17 de junho de 2010

A família é propósito de Deus ou convenção social?

A partir do momento que você é ignorante com a vontade de Deus você está pecando. Vamos pensar na lei: dirigir embriagado é contra a lei, mesmo que você não saiba você está contra a lei. A força do pecado é a lei. Quanto mais lei impomos no cidadão mais ele expõe seu pecado. O homem conheceu o pecado através da lei. “Não matarás”, o homem matava e não sabia que era contra a vontade de Deus, ele só ficou sabendo através da lei, que veio para expor o pecado e não para nos justificar. Se não fosse a lei o homem não conheceria o que era vontade e o que não era vontade de Deus.

O casamento é mais imposto do que concebido, desejoso? Existe uma imposição de um sistema, de uma cultura, no qual a gente nasce e a gente tem que casar. Casamos sobre pressão para não “ficar pra titia”, e casamos precipitadamente, não entendendo o verdadeiro conceito, que casamento é um plano, um projeto.
A bíblia fala que nos últimos dias as pessoas não quererão casar. Hoje já vivemos isso. O amor se esfriará de quase todos, incluindo os cristãos, aqueles que se dizem crer.

Se é propósito de Deus o casamento por que Ele permite que alguns casamentos não dêem certo? Por que Ele permite que conheçamos uma pessoa, tenhamos filhos e no fim do processo tenhamos uma separação?
Deus dá oportunidade. Deus faz tudo, o homem não faz nada. Nós não temos liberdade, por que somos escravos do nosso pecado. Precisamos entender que só existe um marcador: antes de Jesus e depois de Jesus. Antes tudo dá errado, não é só casamento. Podemos estar preocupados com a questão do casamento em si, mas se olharmos a nossa vida antes de Cristo, um casamento só pode dar realmente certo depois de Jesus, antes é impossível. Depois de Jesus o casamento é uma promessa que dará certo.
Deus aceita que façamos algumas coisas para cumprir seu plano. Na humanidade percebemos pessoas que sofrem de outros males: devendo, morrendo...vivemos o caos. O mundo jaz no maligno. Deus permite que vivamos tudo isso para que cheguemos a conclusão e nos voltemos à Cristo. Por isso Deus faz com que tanta gente quebre, adoeça...Por que as pessoas ainda não tiveram experiência com Cristo.

As pessoas encostavam no lenço de Paulo e eram curadas, tamanha a unção. A quem muito é dado muito será cobrado. Paulo tinha tanto poder e era tão usado que precisava sempre se lembrar de quem ele era. Deus o colocava lá embaixo, para ele perceber e se lembrar de quem ele era.
Não é por que somos convertidos que estamos isentos de problemas. A família se separa por que somos duros, e não por culpa de Deus. Amar é dar, é dar a vida. “Deus nos amou de tal maneira que nos deu seu único filho”.

Paulo fala que o homem não tem poder sobre o seu corpo, antes a mulher o tem, e a mulher não tem poder sobre seu corpo, antes o homem o tem. Não o deflagreis um ao outro, não negue. A não ser em mútuo consentimento, para se darem à oração. O homem tem que ter entendimento com a mulher. O homem quer as coisas que vê. A mulher já é mais sentimento, coração, mais sensível. Muitas vezes o homem quer ter relações sexuais com sua esposa mas usa o caminho errado, é afoito, nervoso. Ao invés de tratar pelo lado correto, entendendo essa situação e tratá-la com carinho, muitas vezes começa a bater boca, acusar. A resposta dura suscita a ira, os corações se fecham, não tem acerto.
Pecamos por não conhecer os planos de Deus. As falhas que tivemos no passado, antes de Cristo, estão todas perdoadas. Por que matamos, roubamos, separamos? Por que não conhecemos o plano de Deus. Estamos tratando o evangelho com muito menosprezo. Não o vivemos na prática e achamos que Deus não está olhando pra isso. Vivemos sem temor. Passamos por alguns problemas por ser um momento de cura, outros não. Apenas o Espírito Santo revela isso. Tem certas coisas, por exemplo, quando Deus foi corrigir Davi - que não só adulterou como mandou matar seu amigo. Davi viu a mulher que pertencia a outro e mandou trazê-la. Ele deveria estar na luta, não estava. A mulher engravidou, ele ficou desesperado, e mandou trazer o marido dela da guerra. Ele embebedou o marido, Urias, mandou-o dormir com a mulher dele para que Urias não descobrisse que o filho era dele. Urias foi embora bêbado, pensou que por estar em tempo de guerra e não querer trair o rei não dormiria com sua mulher. Davi então escreveu uma carta para Urias, colocou-o na frente de batalha e eles o mataram. Davi casou com a mulher dele, Betseba. Quando o filho nasceu, o filho ficou doente. Davi orou, orou, orou mas Deus matou o filho para disciplinar seu coração. O que o menino tem a ver com a história? Tem a ver com o plano de Deus. Deus está falando nos nossos corações, nós é que não queremos ouvir. O pecador fica doente, o justo fica doente. O pecador passa por tribulações, o justo passa tribulações. Davi se quebrantou e voltou pra presença de Deus. Nós nos convertemos por que apanhamos muito na vida. O problema não é em si o casamento ou a pessoa, mas somos nós.

Paulo sabia que casamento era um propósito para a vida de todo homem. E ele não casou. Isso não seria uma desobediência para Deus que quer o homem casado? O propósito de Deus é que a gente viva em família. Paulo diz, como homem de Deus: “agora, eu falo como homem: não case. “ Ele fala como um cidadão comum, que se você não tiver desejo da sua carne é melhor que você não case, e gaste todo o seu tempo com Deus. Tem uma passagem na bíblia que Paulo fala “Porventura nós, não podemos levar nossas esposas”. Alguns estudiosos até dizem que Paulo teria casado. O propósito inicial de Deus é a família. Para o que era propósito inicial da vida de Deus para a vida de Paulo ele perdeu o privilégio de ser casado. Paulo teve uma revelação do espírito “não case”.

Por que Cristo não casou? Cristo tem a noiva que ele veio para desposar, que somos nós, a Igreja. Por isso somos a noiva de Cristo.

Não existe pessoa certa ou errada, existem pessoas que não são convertidas à Cristo. Jugo desigual é quando as pessoas não compartilharem do mesmo fundamento. Um dia essa casa vai rachar, por que não há alicerce.


Palavra ministrada por Gilberto Marquez, na célula do dia 08-06-2010.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Os males e as corrupções dos últimos dias (2Tm 3)


Na época em que Paulo escreveu esta carta à Timóteo ele estava preso, talvez em Roma. Timóteo era seu filho na fé, e Paulo escrevia a respeito de orientações para conduzir a igreja que foi plantada. Acredita-se que essa carta foi escrita em 66-67 D.C. Um ano depois Paulo morreu decapitado em Roma.
Paulo foi preso duas vezes: uma praticamente dentro de casa, e a segunda em uma masmorra, onde não tinha contato com ninguém.

Nesse texto Paulo coloca que quem vive com Jesus também é perseguido, mas vai de mal a pior quem não vive na palavra. Devemos permanecer no aprendizado, pois quem sabe a palavra é salvo apesar das dificuldades. O homem de Deus é instruído para toda boa obra. Paulo diz para Timóteo ser sóbrio em tudo, sofrer as aflições e cumprir o seu ministério.

17. "a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra".

Esse trecho é um estímulo à perseverança. Toda escritura foi inspirada por Deus para um propósito, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente preparado para toda boa obra. Às vezes damos muitas desculpas, falamos que perfeito foi Cristo. É licito falarmos isso desde que entendamos a motivação com que falamos. Por que se for para justificarmos nossas falhas e erros e não querermos consertá-los isso já faz com que pequemos diante de Deus. A própria palavra já nos instrui que somos perfeitos. O homem perfeito não é aquele isento de erros. Ninguém cobra de você infalibilidade, Deus não cobra que você seja infalível. Perfeito é aquele homem que diante de Deus reconhece seu erro, pondera a respeito de sua vida e toma outra direção. Ser infalível pertence a Deus. Algumas pessoas podem dizer:"Olhe pra Jesus, não olha pra mim não, por que sou imperfeito". Paulo já diz para você olhar para ele e imitá-lo por que ele é imitador de Cristo. Paulo traz a mensagem de que as pessoas nunca vão se escandalizar. Por isso ele deixou de comer carne, para não escandalizar quem achava que comer carne era pecado diante de Deus.

Paulo chama Timóteo para o amadurecimento. Aponta que ele está em outra fase, na fase de exortar, repreender. Paulo está sendo enfático em cobrar o compromisso das pessoas, uma vez que elas receberam e estão vivendo aquilo. Dessa forma, ele lembra Timóteo qual o DNA dele, reafirmando o que ele é.
O tema desse estudo poderia ser sobre essa questão do compromisso com a palavra de Deus, fidelidade. Temos que deixar de ser Timóteo e começarmos a ser Paulo. Sermos modelo de ensino, de procedimento, de intenção, de fé, de longaminidade, amor, perserverança. Como anda seu procedimento diante das pressões? Você tem paz, calma ou perde a cabeça? Quais são suas intenções? Qual é sua fé diante das circunstâncias? E sua longaminidade? Você tem perdido a paciência?
Paulo diz que toda escritura é inspirada e proveitosa para nos ensinar, repreender, corrigir e educar na justiça. Ele diz para Timóteo diante de Deus e de Cristo pregar a palavra, corrigir, repreender, exortar com toda longaminidade e doutrina. Conclui afirmando que haverá dias em que as pessoas nao quererão ouvir as doutrinas.
Nos finais dos tempos haverá esfriamento a todo tipo de circunstâncias. As pessoas não chocarão com coisa alguma, pois estarão buscando seu próprio interesse. Elas não estarão mais se compadecendo umas com as outras. Por isso a palavra é um compromisso: chegará o momento em que seremos provados e a prova de nossa fé será nosso próprio fundamento. Por isso seje sóbrio, consciente, firme. Sofra as aflições, faz uma obra de evangelista, faça com que essa palavra seja vivida para o outro. Se a palavra morrer em nós ela não cumpriu nenhum propósito. Se não repartimos a palavra com o outro somos devedores, não cumprimos o nosso ministério, não tivemos uma vida frutífera em Deus.
A conversão ocorre quando nos damos conta de que a vida que levamos não é a vida que Deus quer pra nós, e percebemos que essa vida é um grande equívoco. Tudo o que os olhos do homem deseja e o coração almeja deve passar antes por uma compreensão do que Deus quer de nós. Por isso muita gente corre atrás do vento, corre atrás de coisas que nem ele sabe, ele não encontra. Devemos fazer uma reflexão de nós, da nossa conduta: eu estou fazendo as coisas que agradam a Deus?
Alguns posicionamentos que tomamos em nossa vida devem provar para as pessoas que estamos mudados. As pessoas começam a perceber que temos uma nova postura e não tem mais como compactuar com o que antes nós aceitávamos. Não convivemos com a mentira, com o engano. Muitas vezes somos tentados, mas temos que resistir, sermos sinceros, abrir o jogo. Senão, isso é condenação na nossa vida e teremos que dar conta diante de Deus. A bíblia fala que nada que é feito às escondidas vai permanecer às escondidas, tudo um dia virá à tona.
Não é uma opção. A única forma de percebermos, de experimentarmos a felicidade é Cristo. Ele é a verdade. Não tem muitos caminhos que nos levam a Cristo, Ele é O caminho.
A palavra de Deus é a letra (conhecimento) e a revelação (o espírito te convence, vivifica o que você está lendo ou ouvindo). É impossível conhecer a Deus sem que conheçamos a palavra. O espírito nos convence ao arrependimento. Só nos arrependemos por que Deus toca em nós. Nós não decidimos crer em Deus, Ele toca em nossos corações e nós começamos a crer. Deus move em nosso favor e a gente crê. Devemos ter conhecimento dessa palavra.

Não temos opções de decisões. Temos escolhas, que já estão definidas. Existem decisões em cima de uma escolha. Deus nos usa como Ele quer para cumprir a vontade Dele. Alguns são escolhidos e outros não.
Ao pensarmos nessa palavra não devemos entender que Deus é injusto, porque todas as pessoas estavam condenadas pelo pecado, mas Deus decidiu salvar alguns para cumprir o seu propósito. Soberania de Deus. Não cabe a nós questionar a Deus quem é ou quem deixa de ser. Alguns homens da bíblia questionaram a Deus, como Jó e Jeremias, e Deus perguntou onde eles estavam quando Ele decidiu isso. Paulo fala que não há quem dê conselhos à Deus. Deus existe, Deus faz, Deus é.
“Agindo Deus, quem impedirá?”. Se Deus decide e Sua vontade não se cumpre Ele não é Deus. Entendemos que de uma forma ou de outra fazemos parte da decisão (por Sua misericórdia), mas não fazemos. Se optamos por Deus foi por que Ele quis.
Quando Deus conversou com Moisés que ele tiraria o povo dele do Egito e pediu para que ele conversasse com o Faraó, Deus endurecia e amolecia o coração do Faraó para cumprir o seu propósito.

Por que Deus não nos deu a revelação de saber quem é quem?
Até que prove ao contrário todos são salvos, todos são filhos de Deus. Conversamos com qualquer um na perspectiva que ele é filho. Por que SE soubéssemos NÃO gastaríamos tempo com ele. Como eu não sei, eu gasto tempo, eu invisto. Não cabe ao barro questionar ao criador. Nosso papel é plantar, regar. Deus dá o crescimento.
As pessoas te magoam? Seu papel é plantar amor, reconciliação, Não espere nada, por que talvez essa pessoa nem vai mudar, mas é Deus quem vai definir todas essas coisas. No céu vai ser uma surpresa.
Alguns sentimentos que vivemos aqui não viveremos lá. Quem vai estar no céu não verá quem vai estar no inferno, mas quem estiver no inferno verá quem está no céu.

Que viver a palavra seja nosso propósito perante Deus. Boa semana!

Palavra ministrada pelo Pastor Gilberto Marquez na Célula de Convivência no dia 01-06-2010

sábado, 29 de maio de 2010

Pai ausente, filho carente


Queridos,
Esse é um livro indicado pelo nosso pastor, Gilberto, para os que já são pais e para os que ainda o serão, com a crença de que nossos filhos são tesouros de Deus em nossas vidas.
Segundo sua sinopse, é um livro que rompe o silêncio que durante séculos existiu entre pai e filho. Para o terapeuta junguiano Guy Corneau a ausência física e afetiva do pai está na origem dos problemas vividos pelo homem adulto. Neste livro Guy Corneau fala da psicologia masculina de maneira profunda e original.
Boa leitura!

Qual a imagem que temos de nós mesmos?


Antes de expor o estudo de hoje percebo como importante pensarmos a respeito de com quantas pessoas temos tido a oportunidade de falar de Jesus, sabendo que Ele dá o querer e o realizar. Deus sempre nos estimula a compartilhar Sua palavra com pessoas que precisam de carinho, consolo... Assim, temos como tarefa, missão, oferecer a palavra de Deus àqueles que ainda não a conhecem.

Em Ef 1. 4-5 "assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade".

Nesse trecho percebemos que Deus predestinou nossas vidas. Porém, a imagem que Deus tem de nós, não é necessariamente a imagem que nós temos de nós mesmos.

Qual é a avaliação que eu faço de mim mesmo?

-Para eu fazer uma avaliação segura de mim mesmo tenho que conhecer e saber o que envolve a minha pessoa. Sabendo que somente nós podemos fazer uma boa avaliação de nós mesmos precisamos ser sinceros, simples e confiantes.

Quando eu faço uma avaliação de mim mesmo estou fazendo uma reflexão da minha identidade como pessoa.

1.UM NOME – Qual é o meu nome? Todos nós temos um nome, precisamos descobrir se algumas experiências em nossas vidas acabaram nos rotulando com determinados nomes, e estamos presos e sofrendo alguns estigmas. Quem nunca ouviu certas frases como: “ (... este menino é um burro... não vai dar em nada...) ( Você não muda nunca... ) ( Nossa família é assim mesmo...) Há um personagem na Bíblia que viveu esta experiência: 1Cr 4:9-10 Jabes, a tradução de seu nome era “ aquele que produziu dores”, crescemos com um estigma, uma marca, e vivemos baseado num trauma, numa palavra que nos marcou, machucou, feriu, elogio,etc...

2.UM MODELO - Qual é o meu modelo? Nós nascemos sem um modelo, e quando crescemos vamos formando este modelo segundo nossas experiências. Quando passamos dessa fase( infância e pré adolescência) podemos ter ou não ter um bom referencial. Jesus diz que só fez o que viu seu Pai fazendo. Nossos filhos só fazem o que nos vêem fazendo. Muitas pessoas imitam outras pessoas porque vêem nelas este modelo, ou muitas vezes criamos algumas defesas porque vimos as pessoas que eram os nossos referenciais tendo certas atitudes que nos marcaram e tentando não fazer igual acabamos repetindo o mesmo erro.

3.UMA IDENTIDADE – Eu tenho uma identidade. Fazemos uma avaliação de nós mesmos pelo que podemos produzir isso significa que eu preciso fazer para ser, ser reconhecido, elogiado, admirado, apreciado, etc... E quando isto não acontece temos uma grande chance de entrar em crise e ficarmos magoados, decepcionados e melancólicos ou estar em crise quando eu não consigo mais fazer ( idoso ) Na verdade não podemos fazer as coisas para sermos, mas primeiro EU SOU e agora EU FAÇO.

O Ponto de Equilíbrio:

Sentimento de Autocomiseração ------------ Equilíbrio ------------ Soberba
(auto piedade – comparações – inveja) (individualismo)

•A comparação é uma expressão de baixa auto-estima, é uma crise na nossa própria identidade, porque nos sentimos incapazes, fracassados, frágeis e aí partimos para comparação, temos que saber que somos diferentes uns dos outros temos desejos diferentes, possuímos capacidades diferentes, enfim tudo diferente.
•A inveja é uma forma de medo, ela exterioriza a nossa crise de identidade e é resultante da comparação feita anteriormente. Exemplo de: Saul e Davi.
•A soberba, o orgulho, são desvios de identidade, onde as pessoas se sentem capazes ao ponto de não precisarem umas das outras, ou de se reconhecerem em si próprios o modelo perfeito.

RESULTADO

Conhecendo o que me envolve, minha natureza, meu caráter, minha identidade o resultado para minha vida é SEGURANÇA, O Resultado disso é amar a si mesmo, é ter respeito, honra por si mesmo, conhecendo nossos limites, nossa capacidade, sem ter que provar nada para ninguém, e o mais importante amando a nós mesmos. O resultado é natural e prático como um simples pentear de cabelo e passar batom. As coisas naturais (visíveis) são sombras das espirituais (invisíveis) elas revelam o que não se pode ver, mas o que está se passando.

Motivação – é o motivo pelo qual eu exerço uma ação, toda ação tem uma razão e isso é motivação.

1)COISAS CERTAS E MOTIVAÇÕES ERRADAS – preciso saber o que me motiva a fazer as coisas. Podemos fazer as coisas certas, mas ter a motivação errada. Fazer um elogio pode ser bom, mas pode ser com a motivação errada.
•Exemplo do artista (Hulk)
•Quem já ouviu as pessoas dizerem que querem dar tudo para seus filhos o que não teve. Eu posso dar as coisas para meu filho? Porque? Porque eu o amo ou porque nunca tive? Como eu posso dar algo que nunca tive, se não tive eu não sei como é.

2)RESULTADOS NÃO É TUDO, MAS A MOTIVAÇÃO É TUDO - Nós seres humanos somos movidos pelas impressões, pelas coisas que vemos, então significa que achamos que somos aquilo que fazemos. Primeiro eu sou depois eu faço. Podemos fazer as mesmas coisas, com a mesma intensidade e com os mesmos resultados, mas com motivações totalmente diferentes.
•Exemplo de ajudar as pessoas
•Quantidade x intensidade

Que o Espírito Santo de Deus possa falar cada vez mais alto ao seu coração e auxiliá-lo na reflexão de sua verdadeira identidade. Que você se aproxime do propósito para o qual foi criado. Bom restim de semana a todos!


Texto ministrado por Gilberto Marquez - Célula de Convivência do dia 25-05