sábado, 29 de maio de 2010

Pai ausente, filho carente


Queridos,
Esse é um livro indicado pelo nosso pastor, Gilberto, para os que já são pais e para os que ainda o serão, com a crença de que nossos filhos são tesouros de Deus em nossas vidas.
Segundo sua sinopse, é um livro que rompe o silêncio que durante séculos existiu entre pai e filho. Para o terapeuta junguiano Guy Corneau a ausência física e afetiva do pai está na origem dos problemas vividos pelo homem adulto. Neste livro Guy Corneau fala da psicologia masculina de maneira profunda e original.
Boa leitura!

Qual a imagem que temos de nós mesmos?


Antes de expor o estudo de hoje percebo como importante pensarmos a respeito de com quantas pessoas temos tido a oportunidade de falar de Jesus, sabendo que Ele dá o querer e o realizar. Deus sempre nos estimula a compartilhar Sua palavra com pessoas que precisam de carinho, consolo... Assim, temos como tarefa, missão, oferecer a palavra de Deus àqueles que ainda não a conhecem.

Em Ef 1. 4-5 "assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade".

Nesse trecho percebemos que Deus predestinou nossas vidas. Porém, a imagem que Deus tem de nós, não é necessariamente a imagem que nós temos de nós mesmos.

Qual é a avaliação que eu faço de mim mesmo?

-Para eu fazer uma avaliação segura de mim mesmo tenho que conhecer e saber o que envolve a minha pessoa. Sabendo que somente nós podemos fazer uma boa avaliação de nós mesmos precisamos ser sinceros, simples e confiantes.

Quando eu faço uma avaliação de mim mesmo estou fazendo uma reflexão da minha identidade como pessoa.

1.UM NOME – Qual é o meu nome? Todos nós temos um nome, precisamos descobrir se algumas experiências em nossas vidas acabaram nos rotulando com determinados nomes, e estamos presos e sofrendo alguns estigmas. Quem nunca ouviu certas frases como: “ (... este menino é um burro... não vai dar em nada...) ( Você não muda nunca... ) ( Nossa família é assim mesmo...) Há um personagem na Bíblia que viveu esta experiência: 1Cr 4:9-10 Jabes, a tradução de seu nome era “ aquele que produziu dores”, crescemos com um estigma, uma marca, e vivemos baseado num trauma, numa palavra que nos marcou, machucou, feriu, elogio,etc...

2.UM MODELO - Qual é o meu modelo? Nós nascemos sem um modelo, e quando crescemos vamos formando este modelo segundo nossas experiências. Quando passamos dessa fase( infância e pré adolescência) podemos ter ou não ter um bom referencial. Jesus diz que só fez o que viu seu Pai fazendo. Nossos filhos só fazem o que nos vêem fazendo. Muitas pessoas imitam outras pessoas porque vêem nelas este modelo, ou muitas vezes criamos algumas defesas porque vimos as pessoas que eram os nossos referenciais tendo certas atitudes que nos marcaram e tentando não fazer igual acabamos repetindo o mesmo erro.

3.UMA IDENTIDADE – Eu tenho uma identidade. Fazemos uma avaliação de nós mesmos pelo que podemos produzir isso significa que eu preciso fazer para ser, ser reconhecido, elogiado, admirado, apreciado, etc... E quando isto não acontece temos uma grande chance de entrar em crise e ficarmos magoados, decepcionados e melancólicos ou estar em crise quando eu não consigo mais fazer ( idoso ) Na verdade não podemos fazer as coisas para sermos, mas primeiro EU SOU e agora EU FAÇO.

O Ponto de Equilíbrio:

Sentimento de Autocomiseração ------------ Equilíbrio ------------ Soberba
(auto piedade – comparações – inveja) (individualismo)

•A comparação é uma expressão de baixa auto-estima, é uma crise na nossa própria identidade, porque nos sentimos incapazes, fracassados, frágeis e aí partimos para comparação, temos que saber que somos diferentes uns dos outros temos desejos diferentes, possuímos capacidades diferentes, enfim tudo diferente.
•A inveja é uma forma de medo, ela exterioriza a nossa crise de identidade e é resultante da comparação feita anteriormente. Exemplo de: Saul e Davi.
•A soberba, o orgulho, são desvios de identidade, onde as pessoas se sentem capazes ao ponto de não precisarem umas das outras, ou de se reconhecerem em si próprios o modelo perfeito.

RESULTADO

Conhecendo o que me envolve, minha natureza, meu caráter, minha identidade o resultado para minha vida é SEGURANÇA, O Resultado disso é amar a si mesmo, é ter respeito, honra por si mesmo, conhecendo nossos limites, nossa capacidade, sem ter que provar nada para ninguém, e o mais importante amando a nós mesmos. O resultado é natural e prático como um simples pentear de cabelo e passar batom. As coisas naturais (visíveis) são sombras das espirituais (invisíveis) elas revelam o que não se pode ver, mas o que está se passando.

Motivação – é o motivo pelo qual eu exerço uma ação, toda ação tem uma razão e isso é motivação.

1)COISAS CERTAS E MOTIVAÇÕES ERRADAS – preciso saber o que me motiva a fazer as coisas. Podemos fazer as coisas certas, mas ter a motivação errada. Fazer um elogio pode ser bom, mas pode ser com a motivação errada.
•Exemplo do artista (Hulk)
•Quem já ouviu as pessoas dizerem que querem dar tudo para seus filhos o que não teve. Eu posso dar as coisas para meu filho? Porque? Porque eu o amo ou porque nunca tive? Como eu posso dar algo que nunca tive, se não tive eu não sei como é.

2)RESULTADOS NÃO É TUDO, MAS A MOTIVAÇÃO É TUDO - Nós seres humanos somos movidos pelas impressões, pelas coisas que vemos, então significa que achamos que somos aquilo que fazemos. Primeiro eu sou depois eu faço. Podemos fazer as mesmas coisas, com a mesma intensidade e com os mesmos resultados, mas com motivações totalmente diferentes.
•Exemplo de ajudar as pessoas
•Quantidade x intensidade

Que o Espírito Santo de Deus possa falar cada vez mais alto ao seu coração e auxiliá-lo na reflexão de sua verdadeira identidade. Que você se aproxime do propósito para o qual foi criado. Bom restim de semana a todos!


Texto ministrado por Gilberto Marquez - Célula de Convivência do dia 25-05

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O Poder da esposa que ora


Amigos, recebi a um tempo atrás da minha irmã a indicação de um livro maravilhoso (O Poder da esposa que ora). Este é um livro de oração e mudança na vida de nós mulheres e consequentemente mudança em nossos relacionamentos. Encontrei na internet um blog, com o seguinte link:


Vocês podem baixar o livro inteiro e lerem quando tiverem um tempinho. É bênção em nossas vidas.

O blog ainda oferece vários outros livros para baixar, assim como áudios, bíblias, filmes, programas....é muito legal! Não deixem de clicar! Beijo a todos e um ótimo restim de semana.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Os fins justificam os meios ou os meios justificam os fins? (Refletindo em Gn.4)


Você acha, no seu coração, que os fins justificam os meios ou que, na verdade, precisamos viver os meios para que justifiquemos os fins?

À luz da palavra de Deus, não são os fins que justificam os meios, pois isso significaria que para eu obter um determinado fim eu poderia fazer qualquer coisa. Por exemplo: eu quero ser rico. O fim é ser rico. Para eu ser rico os meios justificam onde eu quero chegar (o que pode ser matando, assaltando ou trabalhando).
Porém, a bíblia ensina que nós vivemos uma vida de processos, e é diante dos processos que vamos viver e colher o fim. Dessa forma são os nossos "meios" que justificarão os nossos "fins".

Em Gênesis 4 é relatada a história de Caim e Abel. Adão teve relações com Eva, ela teve o primeiro filho Caim e o segundo Abel. Todos dois produziram, trabalharam, deram duro, os dois levaram oferta à Deus. Uma o Senhor quis, outra não: "Aconteceu que no fim de uns tempos trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao Senhor. Abel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. Agradou-se o Senhor de Abel e de sua oferta" (Gn.4:3-4).
Apesar da ação de ofertar ser a mesma, Caim a realiza de forma diferente à Abel, que oferece o que tem de melhor ao Senhor.
Na nossa vida, o que é mais importante: O que damos conta de produzir (o fruto) - que se traduz no que construímos, no que vemos como resultado (seja um prédio, uma oferta, um patrimônio, um filho) - OU a motivação com que fazemos as coisas? Deus vai olhar no fim o que você produziu ou vai olhar para sua motivação?
Podemos dar uma flor para a esposa (ação final), mas por que você deu? Por que você acabou de traí-la ou por que você pensou nela a tarde inteira e a ama de tal forma que quis agradá-la?? O fruto, o resultado é o mesmo. O que muda é a motivação de sua ação.

Ainda que, contudo, Deus nao aceitou a oferta de Caim Ele deu uma oportunidade para Caim. Dessa forma, tiramos como lição que Deus sempre dá uma chance para a pessoa que erra.
Quando Deus não se agradou da oferta de Caim e este descaiu, Deus disse: "Por que andas irado, e por que descaiu o teu semblante? SE PROCEDERES BEM, não é CERTO que serás aceito? Se todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à tua porta, o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo" (6-7). Deus fala aqui a respeito da mudança. Deus quer que meditemos acerca de nossa própria vida: "Caim, medite! Estou te dando uma oportunidade!". Deus disse que Caim seria cobrado, seria alvo de retaliação, mas o avisou a tomar cuidado.
O que podemos melhorar em nossas vidas?? O que podemos aprimorar, crescer, amadurecer?? Devemos refletir acerca da necessidade de mudança sempre contando com a misericórdia de Deus. Após o Senhor dar à Caim a oportunidade de mudar, Ele oferece a ele uma segunda chance, perguntando acerca do seu irmão. O Senhor oferece a ele a oportunidade de se arrepender. Dessa maneira, Deus nos oferece oportunidade de lutarmos contra o nosso pecado, contra a inveja, a comparação. Oportunidade de confessarmos o erro quando fracassamos.
Assim, quando Deus chega pra Caim, Ele já sabia que Abel estava morto, mas "Disse o Senhor a Caim: onde está Abel, teu irmão?Ele respondeu? Não sei, acaso, sou eu tutor de meu irmão?" (Gn. 4:9) . Antigamente, se você ler o Antigo Testamento, perceberá que os primogênitos tinham a responsabilidade, eram a referência de autoridade depois do pai, de equidade e de justiça.

É importante oferecermos ofertas à Deus? Qual a diferença entre oferecermos ofertas que agradam das que não agradam? A resposta está na MOTIVAÇÃO COM QUE LEVAMOS NOSSAS OFERTAS AO ALTAR. Os apelos que ouvimos são muito contundentes na questão da troca. Ao ouvirmos a frase: "Presta atenção, você só vai colher o que voce plantar", temos a impressão que isso é uma imposição, uma coação, um jugo. Na verdade o que a pessoa está falando não está errado, mas se a motivação for oprimir, colocar medo, está errado. A questão da motivação é uma linha muito fina: A bíblia diz que podemos dar uma fortuna para os pobres e ainda assim isso será lixo para Deus, se a motivação for errada. Podemos dar a vida pelo outro, mas se a motivação não for por amor, isso terá sido em vão.
Vivemos nossa vida tentando mostrar, produzir, nos afirmar, por meio daquilo que damos conta de fazer. Mas Deus diz: Ouve a minha voz, e você será bem sucedido! Deus pede para obedecermos. Não é só o ato de fazer, é fazermos compreendendo. Nao adianta nada fazermos um carinho se não compreendermos que o carinho é fruto da graça. Devemos ter cuidado com as nossas motivações.

Uma última questão acerca do estudo de hoje: Por que Deus que permitiu que Abel morrese e Caim sobrevivesse?
Abel foi agraciado, morrendo para a vida carnal e nascendo para a espiritual. Deus usa nossas vidas como instrumento em suas mãos para fazer o que lhe apraz. O que significa, para nós,dar valor à vida? Ainda somos presos aos valores terrenos e precisamos entender que existem coisas em relação à eternidade que não conseguiremos entender com a nossa mentalidade, pois transcende nossos pensamentos, nosso coração. Questões como sentimento, justiça, são inexplicáveis para nós, sem resposta, pois avaliamos as coisas pela perspectiva fisica. O fato de viver muito, ter uma esposa ao lado, não quer dizer que a vida é abençoada. Existem pessoas que vivem em um palácio e mesmo assim vivem num martírio.

Em quais aspectos de sua vida suas motivações devem ser corrigidas? Pensarmos acerca de nossas motivações é o que tornará nossas ações conectadas ao Reino de Deus. Que todos tenham uma ótima semana.
Palavra ministrada por Gilberto Marquez - Igreja Sal da Terra Vigilato - Uberlândia/MG

Pregação Chocante (Paul Washer)

Pessoal, a pregação é longa, mas vale a pena ser assistida!

Abraços, Ludoana.

Cuidando do Reino

www.youtube.com/watch?v=OXLLLzZvk9Y&feature=channel

Pessoal, este é o link de um vídeo postado pelo Danilo, amigo nosso da Igreja Sal da Terra do Saraiva. Ele legendou e o disponibilizou em seu blog (semeandoavidacom proposito.blogspot.com). Tal vídeo me fez pensar naquele versículo conhecido por nós que diz: "Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas" (Mt.6:33). Eu sempre meditei nessa palavra e ficava inquieta, me perguntando como deixar todo o trabalho, a família, a universidade, para cuidar das coisas do reino. Me incomodava acreditar que eu corria tanto, mas que as coisas de Deus ficavam em segundo lugar. Eu olhava tantos projetos sendo necessários na Igreja, e me sentia pequena e omissa por não cooperar.

Porém, após alguns meses pensando nisso, percebo que começar a cuidar das coisas do reino é cuidar primeiramente do meu marido, da minha casa, das relações no meu trabalho, do meu pai, meus amigos. Não preciso esperar receber um tempo extra para cuidar do Reino, mas entendo que estas coisas somos nós. Sendo assim, esse cuidar inicia-se no sorriso, na paciência e na bondade, na misericórdia e no perdão que depositamos na vida do nosso irmão. É claro que o corpo da Igreja precisa muito de nós, existem ministérios e dons dos quais precisamos nos atentar, para não enterrarmos o tesouro que Deus nos deu. Mas o que eu quero testemunhar é que não precisamos esperar para começar a cuidar do reino. O reino não está distante de nós, mas se mostra por meio de nossos gestos e atitudes.

Cuidar do reino é nos aperfeiçoar no amor. O modo como fazemos isso (o desenvolvimento dos dons e ministérios) vai ganhando espaço em nossas vidas de acordo com o chamado de cada um. O que não podemos fazer é viver uma vida omissa aos ensinamentos de Deus, viver dando desculpas que não temos tempo para ajudar ninguém ou que existem outras demandas a serem cuidadas. Você não tem tempo para se comprometer em tarefas específicas com o corpo de sua igreja? A AME. A SIRVA EM PACIÊNCIA, EM BONDADE. SE ENVOLVA AO MÁXIMO NO POUCO TEMPO QUE LHE É RESERVADO. SEJA SUBMISSO E RESPEITOSO.

Percebo que nosso grande problema é que queremos cuidar das coisas que são pertinentes ao cuidado de Deus (da manutenção do nosso trabalho, por exemplo) e deixamos de cuidar do que é nosso (nossa atitude e motivação). Tudo nos será acrescentado, se cuidarmos primeiro das coisas do reino. Isso é promessa de Deus para nossas vidas. Então é isso! Beijo grande a todos,

Ludoana



quinta-feira, 13 de maio de 2010

"Como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão" (Jr 18. 6)



“se a tal nação se converter da maldade contra a qual eu falei, também eu me arrependerei do mal que pensava fazer-lhe” (Jr 18. 8).
Algumas versões da bíblia usam o termo “arrependeu”, mas nos originais a tradução exata é “entristeceu” de sua criação, mesmo sabendo que sua criação iria errar. Devemos nos lembrar irmãos que mesmo Deus começando todas as coisas ele começou pelo fim. Ele sabia o fim. O fim era revelar a Cristo. Por isso existiram várias etapas na historia do ser humano. Uma delas, o antigo testamento, é que o homem viveu embaixo da ira de Deus. Deus determinou que o homem viveria de acordo com a lei. Todos os que andassem contrário à Sua determinação e à Sua lei eram punidos por não cumpri-las. Jesus disse que não veio para anular a lei, mas para cumprir a lei. Tendo esse entendimento, percebemos que Deus não mudou. Ele sempre foi um Deus de misericórdia, mas analisando aquele momento em que vivemos debaixo da lei temos a impressão que não vivemos debaixo da graça.
Dessa forma, o homem era justificado pela lei. Pela lei ele seria julgado. Após Cristo, nós seremos julgados segundo o que seja a nossa fé em Cristo. Por isso temos a sensação de que Deus era um Deus mau. Em algumas passagens do antigo testamento Deus era bem enfático. Por exemplo, quando Ele disse para Josué invadir Jericó e derrubar os muros, não deixando nada vivo. Deus colocou isso para cumprir Seu propósito.
Jeremias era tido como um profeta chorão. Olhando para o contexto, quando Deus o chamou ele já começou a dar desculpas, se esquivou, disse que não daria conta, que era fraco. Porém, Deus insistiu com ele. Isso vale para as nossas vidas: às vezes estamos cheios de desculpas, nos esquivamos. Mas se Deus nos chama, ele vai nos cobrar. Será cobrado de nós o sangue dos inocentes.
Muitas vezes tratamos a questão do evangelho em nós de forma negligente. Paulo dizia que se sentia devedor desse evangelho, que se não o pregasse seria cobrado disso. Paulo não fazia as coisas simplesmente por crer que era evangelista, mas por que tinha um temor, o entendimento de que era uma obrigação. Se virmos alguém sofrendo do nosso lado e não fizermos nada por ela, Deus cobrará o sangue dela da gente. Por isso, não devemos fechar os olhos para quem está compadecendo, mas devemos ter senso de responsabilidade para não sermos cobrados. A bíblia fala que recebemos essa palavra de graça, então de graça devemos dá-las às pessoas. Se recebemos essa palavra e fomos libertados, assim devemos fazer com outras pessoas.
Jeremias estava dando desculpas quando Deus o levou à casa do Oleiro. Chegando lá ele não entendeu nada. Mas Deus mandou Jeremias ver o oleiro fazer um vaso, e num determinado momento o vaso quebrou. O oleiro então fez do vaso quebrado outro vaso. Deus então pergunta para Jeremias se não seria ele como o barro. Deus é quem faz todas as coisas, e não deve ser questionado, mas obedecido. A nação que acatar será perdoada, redimida. Mas a que não obedecer será condenada.
Nós não temos escolha. Não temos livre-arbítrio. Se a sua esposa te trair você não tem escolha, a não ser perdoá-la. Se você não fizer isso Deus te cobrará. Deus não nos dá uma série de coisas para podermos escolher, Deus manda a gente fazer. As pessoas que ainda sofrem nas relações dos casamentos são pessoas que insistem em não conhecer a Deus e aquilo que Deus diz. Deus diz que o homem tem que mudar, a mulher tem que mudar, o homem tem que tratar a mulher como um vaso, a mulher tem que submeter, eles tem que ser um como carne. Porém eles não acatam essas decisões ( por uma série de questões) e vivem o insucesso de não cumprir a palavra. Quem se submete a cumprir a palavra vive bem, apesar de enfrentar problemas. Ele é uma pessoa resolvida, sem carência, sem fragilidades, sem dúvidas, uma pessoa que não está emocionalmente em cima do muro, sem saber o que faz da sua vida. Pessoas instáveis emocionalmente a bíblia diz que Deus quer vomitar. Elas não são frias nem quentes, são mornas. Se tem uma coisa que Deus não gosta é quem finge que é e não é. Quem não encara os problemas. Com qual postura você tem estado diante dos problemas?? Como você os resolve? Você percebe que tem um Deus que o ajuda e o fortalece a resolver os problemas Nele?? Por que isso é processo, é um fruto do espírito. Na medida em que nos relacionamos com Deus recebemos esse fruto, uma recompensa: paz, tranqüilidade, mansidão. Isso é recompensa.

E quando tentamos muito, lutamos contra aquilo seguindo a palavra, e não resolvemos, não vemos uma luz no fundo, no fim?

Quando a pessoa tenta, tenta,tenta e não vê uma luz, a pessoa tem que avaliar se essas tentativas são tentativas de verdade. Por que tem gente que fala que tenta, mas não houve uma tentativa de verdade. A tentativa tem que ser de todo o coração, tem que dar tudo. Pensar nisso é refletirmos a respeito do que é a conversão: A verdadeira conversão acontece quando você muda o caminho que estava trilhando. Se não virarmos a direção não adianta andarmos no mesmo caminho e dizermos que tentamos. Só há uma conversão. Quem fala que vai e volta na verdade nunca foi, viveu uma ilusão. Quem se converte verdadeiramente nunca mais volta. Só há um batismo, um Deus, uma decisão.
Quando Deus pediu Isaac à Abraão ele o deu. Ele não questionou, não disse que era seu único filho. Abraão simplesmente deu, sem titubear. Não questionou se Deus não se preocupava com ele. Deus pede nossa obediência, seu perdão. Deus nos pede coisas muito menores do que um filho, mas mesmo assim nós questionamos a Deus, dizemos que estamos magoados, que Ele não nos entende.
Para enxergamos luz no fim do túnel devemos colocar nosso coração em Deus, porque Deus é um Deus de luz. Às vezes Deus te mostra a luz, mas não é a luz que você quer. Como você tem buscado a Deus? O que Deus tem te mostrado? O que tem te impedido de aceitar Sua luz?
É comum escutarmos as pessoas dizendo “Eu ando fazendo tudo”. Porém, será que realmente estamos fazendo tudo ou ainda somos soberbos, vaidosos, vergonhosos?
Paulo fala que ainda não demos o sangue pelo pecado, não demos a vida pelo pecado. Ainda podemos dar mais. Paulo fala que vivemos uma confusão, e é nessa confusão que o capeta usa todos os ardis e a pessoa fica confusa. O que Deus fala para Jeremias é que se esse povo se converter, O ouvir, se quebrantar, Ele vai abençoar. Quer se feliz? Se converta! Quer ser infeliz? Contrarie à Deus. Por isso não há opção, por isso amor não é sentimento. É uma obrigação, não é uma opção. As pessoas querem buscar opções.

Que essa semana você assuma sua vida, levante a cabeça e se responsabilize por seus problemas. Pare de justificar seus atropelos e sua falta de planejamento. Decida amar ao seu próximo. Busque em Deus a alegria e o entendimento. Que a luz de Deus invada sua vida!